FAQ

Dúvidas Frequentes - FAQ

INTRODUÇÃO

A preocupação com a segurança deve ser constante e em todos os segmentos da nossa vida. É muito bom poder voltar para casa e encontrar tudo funcionando, sem risco de acidentes. Mas na correria do dia a dia o cuidado com a manutenção às vezes acaba ficando pra depois, principalmente quando falamos de instalações e aparelhos a gás (como fogões e aquecedores).

Pensando em garantir a sua segurança, o Governo do Estado de São Paulo instituiu o Decreto Estadual nº 56.819 em 10 de março de 2011, que versa sobre o Regulamento de Segurança contra Incêndio das edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo e dá providências correlatas. Portanto, agora é Lei. Todo usuário de gás deve realizar em sua casa uma inspeção para verificar se instalações e aparelhos a gás estão conforme as normas de segurança vigentes.

As Concessionárias Distribuidoras de Gás Natural ou GLP não são responsáveis por realizar a inspeção e teste de estanqueidade nos estabelecimentos e residências dos consumidores.

Não acenda ou apague luzes;
Não ligue aparelhos na tomada;
Não risque fósforos;
Abra todas as janelas para ventilar o ambiente;
Verifique se o cheiro está só no local ou se vem de fora do imóvel;
Ventilar o ambiente de forma natural, para dispersar o vazamento de Gás;
Passe uma esponja com água e sabão ou detergente nas conexões, se surgirem bolhas, há vazamento;
Feche registros ou válvulas próximos aos aparelhos;
Verifique durante 10 minutos se ainda há vazamento;
Não ligar ou desligar equipamentos elétricos, quando liga ou desliga gera centelha;
Em caso de chama aberta (ex.: fogão ligado), desligar imediatamente;
Levar o botijão para uma área ventilada;

Chame imediatamente a BM Industrial Empresa Especializada pelo telefone (19) 3282-0033 para identificar e providenciar os reparos, possuímos o Certificado QUALINSTAL.

Ao ausentar-se por período prolongado, feche o registro de segurança dos aparelhos;
Antes de uma obra ou reforma, localize as tubulações de gás e feche a válvula do medidor durante o trabalho;
Nunca deixe que crianças mexam em aparelhos a gás;
Não utilize o aquecedor de água ou sua chaminé para secagem de roupas ou armazenamento de produtos;
Em caso de morador com deficiência de olfato, providencie a instalação de um detector de vazamento de gás;
Em caso de morador portador de necessidades especiais, solicite ao profissional que posicione o registro de segurança em local acessível a todos.

Este é definido como o conjunto de atividades e procedimentos técnicos e especializados que asseguram que os sistemas e componentes de uma instalação para gás canalizado não possui vazamento.
O teste de estanqueidade deve ser aplicado tanto a novas instalações quanto a instalações e sistemas existentes, que passaram ou não, por processos de manutenções ou reformas, ampliações de pontos de consumo, alterações ou ajustes e especialmente na emissão ou renovação do AVCB ou CLCB.O teste de estanqueidade deve ser realizado para detectar possíveis vazamentos e verificar a resistência da rede às pressões de operação. Recomenda-se que o ensaio seja iniciado após uma criteriosa inspeção visual da rede de distribuição interna (amassamento de tubos, conservação da pintura, nível de oxidação, entre outros.), e particularmente das juntas e conexões, para se detectar previamente qualquer tipo de defeito durante sua execução.

Devem ser realizados todas as vezes que:
Sejam feitas alterações na instalação de gás existente;
Reparos de vazamentos de gás natural ou GLP;
Suspeita de vazamentos e cheiro de gás;
Todas as vezes que a matriz energética for alterada, conversão de gás GLP para gás natural e vice e versa;
Renovação do Auto de Vistoria Técnica do Corpo de Bombeiros – AVCB;
Atendimento de exigência da Prefeitura, Autoridades Competentes, Seguradoras e boas práticas de engenharia;
Toda a tubulação, antes de ser abastecida com gás combustível, deve ser obrigatoriamente submetida ao teste de estanqueidade.

As instalações de gases combustíveis devem ser submetidas ao teste de estanqueidade em conformidade com as determinações das Autoridades Competentes (Corpo de Bombeiros Policia Militar do Estado de São Paulo), tendo como critério e parâmetros de aceitação o Certificado de AVCB ou CLCB.

No caso de serviço de teste de estanqueidade, quando integrante da atividade técnica de vistoria em sistemas ou centrais de distribuição de gás em edificações e acompanhado de laudo (do teste realizado), sua competência recai a profissionais de nível superior pleno, a saber, Engenheiro Civil ou Engenheiro de Fortificação, com atribuições do art. 7º da Resolução nº 218/73, do Confea; ao Engenheiro Mecânico ou Engenheiro Industrial – Modalidade Mecânica, com atribuições do art. 12 da Resolução nº 218/73, do Confea; e ao Engenheiro Químico ou Engenheiro Industrial – Modalidade Química, com atribuições do art. 17 da Resolução nº 218/73, do Confea; desde que exercidas no âmbito e nos limites de suas respectivas competências, tendo-se em conta, a existência de casos individuais de profissionais detentores de restrição ou de ampliação de atribuições, consignadas em registro.

Os teste de estanqueidade devem ser realizado conforme os requisitos estabelecidos pelas Normas Técnicas da ABNT CB-09 Gases Combustíveis, NBR-15526, NBR-15358, NBR15923, não sendo aceito nenhum nível de vazamento para aprovação da nova rede de distribuição interna ou rede canalizada em uso, incluindo aí o teste de vazamento nas roscas e conexões dos equipamentos e partes afetadas.

A mão-de-obra que se destinar a executar as inspeções provenientes do escopo de inspeções técnicas e teste de estanqueidade deve estar devidamente qualificada para realizar o trabalho, possuir treinamentos e qualificação de pessoas no processo construtivo de edificações conforme NBR-16216.

Teste de Estanqueidade deve ser realizado conforme Norma Técnica da ABNT, NBR-15526-2013, NBR-15358-2017, NBR-15923 e NBR-13523, RIP COMGAS. Transcrevemos abaixo os procedimentos técnicos da NBR-15526 e RIP COMGAS.

 

INSTALAÇÕES NOVAS, QUE NUNCA FOI ABASTECIDA COM GÁS INFLASMÁVEL:

Verificação de obstrução:

Antes do teste de estanqueidade retirar os plug das extremidades da tubulação, abrir as válvulas intermediárias se existirem. Injetar ar ou gás inerte por uma das extremidades à pressão de 1 bar. Considera-se a tubulação desobstruída se for observado um fluxo livre e contínuo de ar ou gás inerte na outra extremidade.

O teste de estanqueidade deve ser realizado para detectar possíveis vazamentos e verificar a resistência da rede a pressões de operação. Recomenda-se que o teste de estanqueidade seja iniciado após uma criteriosa inspeção visual da rede de distribuição interna (amassamento de tubos, conservação da pintura, nível de oxidação, entre outros), e particularmente das juntas e conexões, para se detectar previamente qualquer tipo de defeito durante sua execução.

Toda tubulação, antes de ser abastecida com gás combustível, deve ser obrigatoriamente submetida ao ensaio de estanqueidade.

Devem ser realizados dois ensaios (etapas 1 e 2):

Etapa – 1: O primeiro teste de estanqueidade, ao final da montagem com a tubulação aparente e em toda a sua extensão;

Etapa – 2: O segundo teste de estanqueidade -, quando da liberação para abastecimento com gás natural ou GLP.

Para as tubulações embutidas e subterrâneas, os testes de estanqueidade devem ser feitos antes do revestimento das paredes ou do aterramento da vala.

Para a execução do teste de estanqueidade, as válvulas instaladas devem estar abertas. Com relação às válvulas instaladas nos pontos extremos da instalação de gás, suas extremidades devem estar plugadas.

Após a constatação da estanqueidade, as extremidades da instalação de gás devem permanecer com os bujões metálicos ou flanges cegas, os quais só podem ser retirados quando de sua interligação aos aparelhos a gás ou aos conjuntos de regulagem e medição.

Recomenda-se que entre o primeiro e o segundo teste a rede permaneça pressurizada.

O ensaio deve ser realizado em duas etapas:

  1. a) após a montagem da rede, com ela ainda exposta, podendo ser realizada por partes e em toda a sua extensão, sob pressão de no mínimo 1,5 vez a pressão de trabalho máxima admitida, É executado após a montagem da instalação, com ela ainda exposta, podendo ser realizada por partes e em toda a sua extensão, sob pressão de 2 bar, com ar comprimido ou gás inerte e não menor que 20 kPa;
  2. b) após a instalação de todos os equipamentos, na extensão total da rede, para liberação de abastecimento com gás combustível, sob pressão de operação.

As duas etapas do ensaio devem ser realizadas com ar comprimido ou com gás inerte.

Deve ser assegurado que todos os componentes, como válvulas, tubos e acessórios, resistam às pressões de ensaio.

Deve ser emitido um laudo do ensaio ou documento equivalente após a sua finalização e antes de se realizar a purga.

Preparação para o ensaio de estanqueidade

Deve ser utilizado um instrumento de medição da pressão calibrado, de forma a garantir que a pressão a ser medida encontre-se entre 20 % a 80 % do seu fundo de escala, graduado em divisões não maiores que 1 % do final da escala; Recomenda-se um manômetro de Bourdon com fim de escala entre 3 a 6 bar, Ø 100 mm, 20 divisões por bar.

O tempo do ensaio da primeira etapa deve ser de no mínimo 60 min.

O tempo de ensaio da segunda etapa deve ser de no mínimo 5 min, utilizando-se 1 min para tempo de estabilização.

Quando o projeto da instalação apresentar reguladores de pressão, válvulas de alívio e válvulas de bloqueio automático, estes devem ser instalados após o teste de estanqueidade.

O manômetro a ser utilizado deve possuir sensibilidade adequada para registrar qualquer variação de pressão (ex.: coluna de água).

Procedimento do ensaio de estanqueidade

Primeira etapa do ensaio

Na realização da primeira etapa do ensaio, devem ser observadas as seguintes atividades:

  1. a) todas as válvulas dentro da área de prova devem ser ensaiadas na posição aberta, colocando nas extremidades livres em comunicação com a atmosfera um bujão para terminais com rosca ou um flange cego para terminais não roscados;
  2. b) deve ser considerado um tempo adicional de 15 min para estabilizar a pressão do sistema em função da temperatura e pressão atmosférica, ou de eventuais bolsas de ar na tubulação;
  3. c) a pressão deve ser aumentada gradativamente em intervalos não superiores a 10 % da pressão de ensaio, dando tempo necessário para sua estabilização;
  4. d) a fonte de pressão deve ser separada da tubulação, logo após a pressão na tubulação atingir o valor de ensaio;
  5. e) a pressão deve ser verificada durante todo o período de ensaio;
  6. f) se for observada uma diminuição de pressão de ensaio, o vazamento deve ser localizado e reparado. Neste caso a primeira etapa do ensaio deve ser repetida;
  7. g) uma vez finalizada a primeira etapa do ensaio, deve-se fazer uma exaustiva limpeza interior da tubulação através de jatos de ar comprimido ou gás inerte, por toda a rede de distribuição interna. Este processo deve ser repetido tantas vezes quantas sejam necessárias até que o ar ou gás de saída esteja livre de óxidos e partículas.

Segunda etapa do ensaio:

Na realização da segunda etapa do ensaio, devem ser observadas as seguintes atividades:

É executado após a instalação de todos os equipamentos, na extensão total da instalação.

O tempo de ensaio da etapa 2 deve ser de no mínimo 5 min., utilizando-se 1 min. para tempo de estabilização com ar comprimido, gás inerte ou gás natural sob a pressão de operação. Deve ser utilizada neste ensaio a coluna de água com escala mínima de 200-0-200 mm (400 mm), observando a pressão a ser testada.

A fonte de pressão deve ser separada da tubulação, logo após a pressão na tubulação atingir o valor de ensaio.

Caso haja queda de pressão (vazamentos) em uma das etapas o reparo deve ser realizado e, consequentemente, o teste de estanqueidade deverá ser refeito de acordo com as premissas anteriormente descritas.

  1. a) os reguladores de pressão e as válvulas de alívio ou de bloqueio devem ser instalados, mantendo as válvulas de bloqueio na posição aberta e as extremidades livres em comunicação com a atmosfera fechadas;
  2. b) pressurizar toda a rede com a pressão de operação;
  3. c) a fonte de pressão deve ser separada da tubulação, logo após a pressão na tubulação atingir o valor de ensaio;
  4. d) ao final do período de ensaio, se for observada uma diminuição de pressão de ensaio, o vazamento deve ser localizado e reparado. Neste caso a segunda etapa do ensaio deve ser repetida.

Atenção: Recomenda-se que entre o primeiro e o segundo ensaio a rede seja pressurizada, caso o intervalo entre os dois ensaios seja superior a 12 h.

INSTALAÇÕES DE GÁS EM USO:

Aplicar os procedimentos de descritos na segunda etapa do teste de estanqueidade.

Nota Importante: O teste de estanqueidade em instalações de gás em uso deve ser aplicada em conformidade com os prazos estabelecidos no AVCB – CLCB, ou exigências legais, boas práticas de engenharia, como prevenção de incêndios e explosões, exigência seguradoras e como parte integrante da política interna de manutenção preventiva estabelecido pela NBR-5674, Esta Norma estabelece os requisitos para a gestão do sistema de manutenção de edificações. A gestão do sistema de manutenção inclui meios para:

  1. a) preservar as características originais da edificação;
  2. b) prevenir a perda de desempenho decorrente da degradação dos seus sistemas, elementos ou componentes;

Edificações existentes antes da vigência desta Norma devem se adequar ou criar os seus programas de manutenção atendendo ao apresentado nesta Norma. Os anexos desta Norma apresentam exemplos de modelos não restritivos ou exaustivos a serem adaptados em função das características específicas da edificação.

Conjunto de procedimentos, ensaios, regulagens e ajustes necessários à colocação de uma rede de distribuição interna em operação.

Sim. Pensando em garantir a sua segurança, o Governo do Estado de São Paulo instituiu o Decreto Estadual nº 56819 em 10 de março de 2011, que versa sobre o Regulamento de Segurança contra Incêndio das edificações e áreas de risco no Estado de São Paulo e dá providências correlatas. Portanto, agora é lei. Todo usuário de gás deve realizar em sua casa uma inspeção para verificar se instalações e aparelhos a gás estão conforme as normas de segurança vigentes; O Corpo de Bombeiros Policia Militar do Estado de São Paulo a partir de 2011 elaborou as Instruções Técnicas, as ITs 28 e 29 são dedicadas as instalações de gás.

Os métodos mais comuns:

  • Detecção por queda de pressão simples;
  • Detecção por pressão diferencial;
  • Detecção por fluxo de massa;
  • Detecção por gás hélio;
  • Detecção por ultra som;
  • Detecção por variação do volume de líquido.

Para a rede de distribuição interna recomenda-se que sejam providenciados, pelo seu responsável, os seguintes documentos:

  1. a) projeto e memorial de cálculo, incluindo isométrico da rede, identificação dos materiais, diâmetro e comprimento da tubulação, tipo e localização de válvulas e acessórios, tipo de gás a que se destina;
  2. b) atualização do projeto conforme construído (“as built”);
  3. c) laudo do ensaio de estanqueidade;
  4. d) registro de liberação da rede para utilização em carga;
  5. e) anotação de responsabilidade técnica (ART) de elaboração do projeto, da execução da instalação e do ensaio de estanqueidade;
  6. f) anotação de responsabilidade técnica (ART) de inspeção ou manutenção (modificação e extensão de instalação), quando houver.

Recomenda-se que os documentos citados estejam sempre disponíveis e de fácil acesso para análise, no local da instalação, preferencialmente fazendo parte integrante da documentação técnica da rede de distribuição interna.

O projeto da rede de distribuição interna deve ser elaborado por profissional habilitado.

A execução e comissionamento da rede de distribuição interna deve ser realizada por pessoal qualificado, sob supervisão de profissional habilitado.

Após a execução do ensaio de estanqueidade deve ser emitido o laudo técnico ou documento equivalente correspondente por profissional habilitado.

Regulamentações legais (leis, decretos, portarias no âmbito federal, estadual ou municipal) aplicáveis devem ser observadas no projeto, execução e inspeção da rede de distribuição interna. Recomenda-se que os materiais e equipamentos possuam sua conformidade atestada com relação aos requisitos de suas respectivas normas de especificação. Recomenda-se que a qualificação da pessoa física ou jurídica prestadora de serviço (projeto e execução), no tocante aos requisitos técnicos, de qualidade, segurança e meio ambiente, bem como da mão-de-obra empregada na realização de cada tipo de serviço executado, possua conformidade atestada.

Recomenda-se que sejam realizadas inspeções periódicas na rede de distribuição interna.

Caso sejam realizadas, recomenda-se que sejam realizadas em períodos máximos de cinco anos, ou de acordo com definição da autoridade competente, podendo variar para menos em função de riscos decorrentes das situações construtivas, das condições ambientais (em especial aquelas sujeitas a atmosfera corrosiva) e de uso, de acordo com avaliação e registros realizados pelo responsável da inspeção.

A inspeção periódica é destinada a manter as condições de operação e segurança da rede de distribuição interna, verificando no mínimo se:

  1. a) a tubulação e os acessórios encontram-se com acesso desobstruído e devidamente sinalizado;
  2. b) as válvulas e dispositivos de regulagem funcionam normalmente;
  3. c) tubos, conexões e interligações com equipamentos e aparelhos não apresentam vazamento;
  4. d) as tubulações estão pintadas sem qualquer dano, inclusive com relação aos suportes empregados;
  5. e) a identificação está conforme o especificado;
  6. f) os dispositivos de controle de pressão usados nos tubulações estão funcionando de forma adequada.

Em caso de indícios de vazamento de gás, deve ser realizada inspeção imediata da rede de distribuição interna e tomadas as providências necessárias para sua eliminação.

O resultado da inspeção deve ser registrado e deve estar disponível para verificação junto à documentação da rede de distribuição interna.

É a Concessionária pessoa jurídica ou física, pública ou privada, investida de autoridade pela legislação vigente, para examinar, aprovar, autorizar ou fiscalizar as instalações de gás combustível.

Na ausência de legislação específica, a autoridade competente é a própria entidade pública ou privada que projeta ou executa a rede de distribuição interna, bem como aquelas empresas, devidamente, autorizadas pelo poder público a fornecer, abastecer, distribuir e vender gás combustível.

Existem diversas Normas ABNT – CB-09 Gases Combustíveis, as Normas abaixo descritas são a mais utilizadas.

ABNT NBR 13523:  – central de gás liquefeito de petróleo (GLP);

ABNT NBR 14461:2000 – sistemas de distribuição de gás combustível para redes enterradas – Tubos e conexões de PE 80 e PE 100 – Instalação em obra por método destrutivo (vala a céu aberto);

ABNT NBR 15345:2006 – instalação predial de tubos e conexões de cobre e ligas de cobre – Procedimento;

ABNT NBR 15358:2017 – redes de distribuição para gases combustíveis em instalações industriais – Projeto e execução;

ABNT NBR 15526:2013 – rede de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais – Projeto e execução;

Para a instalação de aparelhos a gás combustível para uso residencial: ABNT NBR 13103:2006 2011 – instalação de aparelhos a gás combustível para uso residencial – Requisitos dos ambientes.

Para inspeção das instalações: ABNT NBR 15923:2011 – inspeção de rede de distribuição interna de gases combustíveis em instalações residenciais e instalação de aparelhos a gás combustível para uso residencial procedimento.

Para formação de mão de obra: ABNT NBR 16216: 2013 – qualificação de pessoas no processo construtivo de edificações — Perfil profissional do inspetor de rede de distribuição interna e de aparelhos a gás.

Decreto Estadual nº 56819 em 10 de março de 2011 (Estado de São Paulo).

Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros Policia Militar do Estado de São Paulo, IT – 28 e IT-29.

RIP COMGAS nas suas versões mais atualizadas.

O Gás LP – Gás Liquefeito de Petróleo – É um produto oriundo das UPGN’s (Unidades de Processamento de Gás Natural) ou de diversos processos de refino (petróleo, coque, etc), sendo um combustível limpo, de alto poder calorífico. No Brasil, ficou conhecido como gás de cozinha, por ser majoritariamente utilizado nas cozinhas dos brasileiros.

Qualquer gás combustível, tais como gás liquefeito de petróleo, Gás Natural utilizado para o funcionamento dos aparelhos a gás ou equipamentos de cocção em geral.

Produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano, propeno, butano, buteno), podendo se apresentar em mistura entre si e com pequenas frações de outros hidrocarbonetos. O Gás LP é a mistura de dois hidrocarbonetos: propano (C3H8) e butano (C4H10). Como esses gases são inodoros, acrescenta-se a eles o Mercaptano, composto à base de enxofre que tem o cheiro do gás de cozinha que a gente conhece. É uma medida de segurança para o consumidor, que pode detectar facilmente qualquer vazamento. Na atmosfera, o Gás LP está em estado gasoso. Mas ao ser submetido a uma pressão moderada, passa para o estado líquido, e assim é transportado e armazenado de maneira econômica e segura em reservatórios. No momento da combustão, entra em contato com o ar tornando-se gasoso novamente. A partir da queima do Gás LP é produzida energia tanto para os menores aparelhos domésticos quanto para as mais complexas operações industriais. Por unidade de energia produzida, o Gás LP gera menos dióxido de carbono e outros gases responsáveis pelo efeito estufa que outros combustíveis tratando-se, portanto, de um combustível limpo. Além disso, o Gás LP não deixa resíduos quando queimado, evitando problemas nas vias respiratórias dos usuários.

Ao Gás LP em geral é atribuído a causa de vários acidentes. Mas o Gás LP é um produto seguro, desde que manuseado de acordo com regras simples de segurança. Assim como outros combustíveis, como a gasolina, querosene ou álcool, o Gás LP também pega fogo se entrar em contato com chamas, brasas ou faíscas. Para garantir a segurança do usuário, é importante saber operar corretamente o Gás LP, seus equipamentos e seguir os procedimentos de segurança em casos de vazamento. Também é muito importante que o consumidor saiba a procedência dos recipientes, evitando produtos clandestinos.

Pequenas exposições ao Gás LP não são perigosas, ele não se acumula no organismo e não é venenoso. Entretanto, pode ter efeito asfixiante se inalado em grande quantidade, ao substituir o oxigênio na corrente sanguínea. O Gás LP é uma fonte limpa de energia, não é corrosivo nem poluente. E não oferece risco às nascentes de água ou ao solo. A utilização do Gás LP é ideal para que uma empresa se adapte às exigências ambientais que estabelecem redução do nível de emissão de poluentes.

Ao contrário do Gás LP, que é um combustível limpo e não emite partículas sólidas, a lenha, apesar de ser um combustível barato, provoca diversos efeitos nocivos à saúde dos usuários, causados pelo monóxido de carbono e partículas materiais emitidas na queima. Estudos indicam que a fumaça da lenha é cerca de 20 vezes mais poluente que as emissões do Gás LP. A queima de combustíveis sólidos como a lenha e o carvão, além dos problemas respiratórios, doença pulmonar crônica, câncer de pulmão, problemas oculares e mortalidade infantil, também causam problemas ambientais. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), doenças associadas à fumaça originada do uso da lenha, resíduos agrícolas e carvão nos países em desenvolvimento provocam a morte de aproximadamente 1,6 milhão de pessoas por ano. Além disso, as carnes assadas com carvão ou lenha formam um composto chamado Hidrocarboneto Policíclico Aromático – HPA, que é prejudicial à saúde.

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